quarta-feira, 18 de junho de 2014

Governança de TI e Comunicação

De certo que é de interesse público a disseminação de práticas que buscam a implantação de ações e políticas de Governança de TI, que possibilitem ações de forma coordenada e alinhadas ao planejamento estratégico do governo executivo, seja este Federal, Estadual ou Municipal.
A expansão do uso da Tecnologia da Informação e o alto impacto de sua evolução nas formas de gerir antigos e novos serviços públicos demandam um alto nível de investimentos em infraestrutura tecnológica, sistemas de informação, pessoas e na organização da gestão de TI, para otimizar a prestação dos serviços públicos, seja agilizando os fluxos de informação para tomada de decisões, seja para inovar na prestação de serviços ao cidadão.

A proposta da Governança de TI é alinhar a TI ao negócio, por meio de um conjunto de práticas e padrões que possibilite avaliar opções estratégicas e estabelecer o melhor direcionamento dos objetivos da TI, de forma a minimizar riscos, otimizar recursos, ampliar o desempenho e reduzir custos. 

Mas para que haja sucesso na implantação desta governança é fundamental que exista uma boa comunicação na organização. Os gestores devem buscar conscientizar os demais colaboradores e instrumentaliza-los, de modo, que todos tenham clareza e entendimento dos seus papéis e da expectativa da organização e de seus pares. Buscando inspirar e cultivar o engajamento e comprometimento necessário a implementação das ações planejadas. 

Ou seja, devemos: 

  • BUSCAR COMUNICAR claramente a expectativa da organização com as ações estabelecidas no planejamento, principalmente as que visam melhor qualificar o profissional colaborador.
  • PROVER um ambiente adequado para os colaboradores executarem suas tarefas;
  • ACEITAR o fato de que provendo uma boa comunicação e um ambiente adequado para os colaboradores executarem uma dada tarefa, nossos objetivos correm o risco de serem superados pela sinergia gerada.

A comunicação deve ser exercitada o quanto antes na implantação da governança, pois quanto antes envolvermos os profissionais mais próximos de uma realidade colaborativa estaremos.




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