sexta-feira, 18 de julho de 2014

Gestão da Geoinformação no Governo Federal

Sua organização produz e consome dados geoespaciais? Se sim, você precisa que os dados e os fluxos de informação sejam gerenciados. Rapidamente, responda estas perguntas:
  • Onde estão meus dados?
  • Qual a origem, formato, autor, data de produção e precisão?
  • De onde eu consumo dados espaciais?
  • Estes dados são confiáveis?
  • Como eu me conecto a INDE?
  • Eu tenho equipe capacitada?
  • E a lei de transparência pública, como devo posicionar meus dados espaciais?



Muito provavelmente não existe resposta fácil para elas!


Atualmente os órgãos públicos que trabalham com geoinformação (mapas temáticos, plantas e cartas, redes de transporte público, análise ambiental, fiscalização de obras e etc.) apresentam uma série de dificuldades que se relacionam diretamente com os princípios da publicidade e da eficiência da gestão pública.
Uma Gestão da Geoinformação eficaz traz um diferencial significativo para a gestão do órgão como um todo, principalmente no que se refere à economia durante os processos de compra e na melhoria dos procedimentos de trabalho dessas instituições.
Ter um processo formal de gestão dos ativos geoespaciais permite à Administração Pública recuperar e compartilhar informações, mapas e indicadores de forma estruturada e rápida diante de situações emergenciais ou no próprio dia-a-dia da instituição.
A Sistemas de Informações Geográficas e serviços especializados em gestão de dados são capazes de suportar a Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) de sua instituição, ampliando a capacidade gerencial e consequentemente, favorecendo com que órgão cumpra sua missão de forma mais eficiente.

Gestão da Geoinformação no Governo Federal: Porque? 
• Visibilidade política positiva: a instituição investe em tecnologias inovadoras (Sistemas de Informações Geográficas - SIG) e na melhoria da Gestão da Geoinformação, buscando a excelência na gestão como um todo e assim realizando um bom uso do dinheiro público. A Informação Geográfica deve ser reutilizada uma vez que tenha sido usada para o projeto que justificou a sua aquisição e produção inicial;
• Silos de informação e dificuldade de compartilhamento da Inteligência Geográfica prejudicam o funcionamento da máquina pública;
• Necessidade dos governos coordenarem conscientemente a aquisição e oferta de dados, assim como atenderem as demandas de Transparência Pública e Acesso à Informação;
• Desinteligência na tomada de decisão e falta de coordenação entre diferentes órgãos envolvendo planejamento e ações governamentais;
• A necessidade de modernização do governo e ampliação do parque tecnológico, em todos os níveis de gestão que necessitam de informações geográficas (aquisição, produção, análise e disseminação de dados e informações geográficas).


Benefícios da Gestão da Geoinformação para o Governo Federal:

• Integrar iniciativas e compartilhar dados entre órgãos da área de Transportes, Meio Ambiente, Planejamento e Gestão, Minas e Energia, Agricultura e etc. de forma padronizada.
• Desenvolver estratégias e padrões no gerenciamento da informação geográfica de qualidade de forma coordenada, ágil e transparente;
• Fortalecer o Governo eletrônico, reduzir os gastos e atender melhor às demandas da sociedade brasileira;
• Garantir aos cidadãos o direito de acesso à Informação Geográfica pública para tomada de decisões e avaliação da gestão governamental.







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