segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Teoria dos Sistemas e Capital Humano


 (Imagem: porvir.org)

Sistema pode ser definido como um conjunto de elementos interdependentes que interagem com objetivos comuns formando um todo, e onde cada um dos elementos componentes comporta-se, por sua vez, como um sistema cujo resultado é maior do que o resultado que as unidades poderiam ter se funcionassem independentemente (fonte: Wikipedia)

Ao analisar o conceito de Sistema, portanto, depreendemos duas idéias essenciais: a interdependência e a sinergia (o todo é maior que a soma de suas partes).

A Teoria dos Sistemas advinda da biologia aumentou o escopo de análise das organizações visto que permitiu a compreensão que uma organização é parte de um sistema maior e que, da mesma forma, encerra um conjunto de subsistemas dando uma idéia de interdependência e uma visão em camadas.

Os elementos que compõem um sistema dentro de uma organização são diversos: humanos, infraesturura, financeiros, tecnológicos, processos, insumos, produtos, fornecedores, clientes.  Todos influenciam e são influenciados entre si e é função da gestão enxergar o melhor arranjo entre tais elementos, resultando ou não em benefícios estratégicos.

Quando utilizamos esse modelo para análise da dimensão de Pessoas, começam a ficar mais claras as razões pelas quais um modelo de gestão eminentemente mecanicista torna-se obsoleto e vetor de desperdício, na medida em que os elementos humanos são tratados como peças de engrenagem que cumprem uma função específica.

Cada elemento humano disponível tem um potencial de geração de valor no sistema organizacional em que está inserido e quando a estrutura gerencial permite a liberação deste potencial de forma articulada com os outros elementos humanos, os benefícios são exponenciais, gerando a sinergia almejada em um sistema.

O aproveitamento deste potencial está diretamente ligado ao estilo de liderança e ao modelo de gestão adotado pela organização.

Na semana que vem vamos analisar os estilos de liderança e sua influência na criação de valor nas organizações. Até lá!

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