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Perfil de Metadados Geoespaciais do Brasil (MGB)

O momento presente assiste ao estabelecimento da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE-Brasil), instituída no âmbito do Poder Executivo Federal,  através do Decreto Lei nº 6.666 de 27 de novembro de 2008. Trata-se de uma iniciativa para ordenar a geração, armazenamento, acesso, compartilhamento, divulgação e uso dos dados geoespaciais - aqueles que se distinguem pela componente espacial, que associa cada entidade ou fenômeno a uma localização na Terra. Dentre os diversos componentes de uma infraestrutura desta natureza, os metadados - normalmente definidos como “informações que descrevem os dados” - de informações geoespaciais são elementos centrais à dinâmica de todo este processo, conforme definido no Art. 2º do referido decreto: “conjunto de informações descritivas sobre os dados, incluindo as características de seu levantamento, produção, qualidade e estrutura de armazenamento, essenciais para promover a sua documentação, integração e disponibilização, bem...

Gestão em Destaque - o exemplo do INMETRO

Como acontece em cada primeira terça-feira do mês, no último dia 03 tivemos a realização de mais um encontro "Gestão em Destaque" no auditório do Ministério do Planejamento, em Brasília. A inciativa, existente desde o ano passado, busca compartilhar experiências públicas de sucesso no campo da gestão, fomentando o debate entre representantes das instituições que aplicam tais práticas com expoentes reconhecidos na temática e com a sociedade. Neste mês, tivemos a oportunidade de contar com a presença do INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia  - , nas figuras de seu presidente em exercício, Sr. Oscar Acselrad e do chefe da divisão de planejamento e monitoramento, Sr. Arcadio Fernandez, além do Sr. Jorge Gerdau, presidente da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade do Governo Federal e comentarista convidado do encontro. Em relação aos métodos empregados pelo INMETRO, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais a fundo a ferramenta...

Arquitetura Corporativa e Interoperabilidade – Camada de Projetos

Olá leitores da Comunidade Áreas de Integração! No primeiro artigo dessa série, que trata de Arquitetura Corporativa e Interoperabilidade, foi proposto um Modelo de Conteúdo para Arquitetura Corporativa , seguido de uma abordagem sobre a relação entre Arquitetura Corporativa, Arquitetura Orientada a Serviços e Interoperabilidade . No artigo seguinte foi detalhada a Camada de Negócios e, o último artigo publicado tratou da Camada de Estratégia . Conforme prometido, este artigo abordará a Camada de Projetos proposta para o Modelo de Conteúdo. Independente do porte, a Gestão por Projetos hoje é adotada em todas as organizações com objetivo de garantir melhores resultados, sobretudo, no desenvolvimento de novas tecnologias e implementação de novas politicas e metodologias. Este artigo busca relacionar o tema à Arquitetura Corporativa e, por consequência, a uma melhor governança e gestão, além da interoperabilidade, que é o nosso tema central. O Instituto de Gerenciamento de Projeto...

BPM contra Corrupção

foto: www.eyeonspain.com Trabalhei muitos anos no Controle Interno, na auditoria de atos relacionados a gestão de pessoas. O Controle Interno como extensão do Controle Externo a cargo do TCU sempre foi cobrado como uma espécie de filtro dos atos da Administração. Após algum tempo comecei a discordar desse posicionamento. Hoje vejo com clareza que a simples transferência para o Controle Interno da responsabilidade pelos atos da Administração, não é a melhor forma de controle. O órgão público como qualquer organização está sujeito a riscos. E no caso, o risco significa tanto perda de produtividade quanto o surgimento de atos lesivos ao patrimônio público: corrupção e fraude. Para que haja o efetivo controle das atividades geradoras de valor, é necessário o mapeamento dos riscos que o órgão está sujeito, verificando as suas vulnerabilidades e possíveis ameaças. A partir daí o Controle Interno, junto com a Administração, dev...

Projeto piloto para utilização do Padrão XBRL

Na arquitetura ePing as iniciativas são organizadas em Grupos de Trabalho (GTs), e o Grupo de Trabalho de número 5 (GT5), do qual partiu a iniciativa deste blog, trata das Áreas de Integração para Governo Eletrônico . Dentre os subgrupos de trabalho (SGTs), temos o SGT XBRL , que trata especificamente do padrão XBRL para intercâmbio de informações financeiras e contábeis. Dentre as metas do SGT XBRL para 2014, temos a realização de um projeto piloto, visando facilitar a compreensão do uso deste padrão nos diversos sistemas que podem se beneficiar desta tecnologia. Uma ideia para este projeto piloto é já pensar em algo referente ao portal do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro , que foi lançado recentemente, e prevê a utilização do XBRL em versões futuras. Por enquanto, as informações ainda precisam ser informadas via planilhas eletrônicas. Desta forma, uma possibilidade para o projeto piloto seria criar um sistema computacional para exempli...

Evolução dos Empregados

Após a conclusão do levantamento da necessidade de pessoal, por meio do  Plano de Capacidade ,  inicia-se o processo de contratação dos funcionários de acordo com o número sugerido. O ciclo de vida do empregado na empresa tem uma estrutura semelhante à da figura 1, baseada no modelo Cadeia de Envelhecimento (Aging Chains) proposto por John Sterman no livro "Business Dynamics: Systems Thinking and Modeling for a Complex World". No modelo de evolução dos funcionários pode-se mapear o crescimento das pessoas em suas carreiras, levando-se em consideração suas promoções e afastamentos desde a contratação até a aposentadoria.  Durante esse ciclo há um atraso (delay) que faz com que o empregado demore certo tempo para passar da fase de empregado iniciante para empregado mais experiente. Há um outro delay também para o empregado mudar para a fase de mestre até que encerre sua carreira na empresa. O encerramento pode se dar também de forma prematura nas fases interme...

3° RedeseGov e o debate sobre Cidadania Participativa: Gestão colaborativa através das redes sociais | Colab

Gustavo Maia, co-fundador do Colab falou sobre experiências do uso de redes sociais para engajamento e pesquisas através de campanhas políticas digitais, a possibilidade de uma nova discussão sobre democracia direta com base tecnológica e o tema que atualmente guia seu trabalho à frente do Colab.re: gestão colaborativa de cidades – como o cidadão pode participar ativamente da gestão da sua cidade através da tecnologia. A primeira Prefeitura que adotou o Colab como principal instrumento de gestão urbana (em Março de 2014) foi a de Curitiba que também estava presente no evento e falou sobre o assunto do ponto de vista do órgão público. Com o propósito de servir como uma ponte entre órgãos públicos e cidadãos para solucionar problemas o Colab foi criado dia 27 de março de 2013. Em Junho do mesmo ano ganhou o prêmio de melhor aplicativo urbano do mundo e Julho de 2014 montou um estande na Expomídia do 2° RedeseGov. No ano de 2014 a parceria com a coordenação do evento continuou ...