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Modelo de Maturidade em Decisões de Negócio

A sua Empresa tem Controle sobre suas Decisões de Negócio? Por volta de meados dos anos 1990, diversas iniciativas surgiram nos Estados Unidos [i] [ii] em torno da discussão sobre o conceito de regras de negócio, e sua importância para o gerenciamento, crescimento e saúde das organizações. Ao longo dos anos 2000 [iii] [iv] esta discussão se intensificou, ganhou estatura [v] [vi] , e está, hoje, no topo das preocupações da comunidade de gerenciamento de negócios [vii] . As experiências iniciais com o gerenciamento e modelagem de decisões confirmam que as decisões de negócio são ativos que estão ganhando cada vez mais atenção por parte da direção das empresas. Através do gerenciamento das decisões, fica mais fácil envolver os executivos mais cedo em projetos de importância para a empresa, como melhoria de processos e esforços para transformação dos negócios. Isso acontece porque as pessoas do negócio reconhecem facilmente que o valor não está nas regras ou declarações de n...

Modelo em Rede de Maturidade em Governança Corporativa - Dimensões

As boas práticas de Governança Corporativa convertem Princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para sua longevidade, como podemos observar no artigo  Alinhamento das ações aos pilares da Governança Corporativa . O artigo  Maturidade em Governança Corporativa: Diretrizes para um Modelo Preliminar , elaborado por Pedro Bramont e João Souza Neto (Universidade Católica de Brasilia), apresenta uma série de boas práticas de governança corporativa que beneficia organizações e países. Códigos de melhores práticas em governança corporativa reúnem recomendações sobre o tema, mas não oferecem um roteiro sistemático para que organizações as implementem ou verifiquem aderência ao recomendado. Modelos de maturidade podem suprir esta lacuna, uma vez que permitem estruturar a evolução organizacional em etapas predefinidas e mensuráveis. O objet...

BPM Ajudando a Mudar o Papel dos Gestores

(http://www.sobreadministracao.com/) As três principais funções dos gestores são, ou deveriam ser: planejar, motivar e monitorar. Na estrutura burocrática da Administração Pública, na qual nos acostumamos a tocar nosso barco da gestão, o papel dos gestores ainda é muito voltado a “supervisão”, isto é, a ênfase ainda é o monitoramento. Não importa muito o nível gerencial que se esteja analisando: alguém reproduz uma atividade, seu superior revisa o que foi feito e repassa para outro nível, que também revisa o que foi feito e possivelmente vai passar por uma ou duas revisões especializadas para, finalmente, se tomar uma decisão gerencial. É o que chamamos jocosamente de despachos caninos: ao, ao, ao, ao. Assim o gestor assume o papel de REVISOR e deixa o de GESTOR de lado. A justificativa para esse encadeamento de vigilância das atividades já me foi colocada algumas vezes: “olha... pode ser moroso, mas o meu é que está na reta”, “em última instância, quem vai responder pel...

Computação em Nuvem: que padrão adotar?

 A dificuldade no acompanhamento da elaboração e manutenção de padrões O fato de algo ser difícil não implica diretamente que seja impossível. Uma dificuldade requer um maior empenho em sua solução ou uma avaliação dos benefícios oriundos de sua superação. O mesmo pensamento se aplica ao acompanhamento das diversas atividades simultâneas e, muitas vezes, conflitantes no acompanhamento da produção ou manutenção de padrões, principalmente quando se leva em conta a dispersão geográfica de todas as entidades envolvidas. Como exemplo, vou falar sobre o tema ao qual tenho me dedicado nos últimos anos: normas técnicas de computação em nuvem. Somente as organizações envolvidas na atualização da página http://cloud-standards.org/wiki/index.php?title=Main_Page já representam um universo de 16 entidades: •    Cloud Standards Customer Council •    Distributed Management Task Force (DMTF) •    The European Telecommunications Standard...