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Mostrando postagens com o rótulo computação em nuvem

Computação em Nuvem: que padrão adotar?

 A dificuldade no acompanhamento da elaboração e manutenção de padrões O fato de algo ser difícil não implica diretamente que seja impossível. Uma dificuldade requer um maior empenho em sua solução ou uma avaliação dos benefícios oriundos de sua superação. O mesmo pensamento se aplica ao acompanhamento das diversas atividades simultâneas e, muitas vezes, conflitantes no acompanhamento da produção ou manutenção de padrões, principalmente quando se leva em conta a dispersão geográfica de todas as entidades envolvidas. Como exemplo, vou falar sobre o tema ao qual tenho me dedicado nos últimos anos: normas técnicas de computação em nuvem. Somente as organizações envolvidas na atualização da página http://cloud-standards.org/wiki/index.php?title=Main_Page já representam um universo de 16 entidades: •    Cloud Standards Customer Council •    Distributed Management Task Force (DMTF) •    The European Telecommunications Standard...

Os desafios de interoperabilidade e da portabilidade na nuvem

Outro projeto que está em pleno andamento no subcomitê de normas internacionais de computação em nuvem (JTC 1/SC 38) se propõe a estabelecer um entendimento comum sobre os conceitos de interoperabilidade e portabilidade sob o ponto de vista de provedores e usuários de serviços de computação em nuvem, identificando as preocupações mais comuns, as funções e componentes necessários para estabelecer essas funcionalidades e cria um mapeamento com outros padrões já desenvolvidos ou em desenvolvimento. A tarefa mais difícil, talvez, seja a de definir os TIPOS de interoperabilidade e portabilidade e seus problemas relacionados, de forma a gerar um entendimento comum sobre o tema. De acordo com os termos já definidos na norma ISO/IEC 17788, a portabilidade de aplicativos de nuvem é descrita como a "Habilidade de migrar um aplicativo de um serviço de nuvem para outro serviço de nuvem" enquanto a portabilidade dados de nuvem é descrita como "Portabilidade de dados de um ...

A integração de serviços em nuvens e o papel do arquiteto corporativo

Em todo o mundo as organizações t ê m adotado, com maior frequência, o uso de nuvens públicas para soluções de Infraestrutura como Serviço (IaaS), Plataforma como Serviço (PaaS) e Software como Serviço (SaaS), por uma variedade de razões, mas especialmente: Para ambientes de testes de desenvolvimento; Para aplicações departamentais; Para aplicações críticas de negócio; Para armazenar dados de forma eficaz e com menores custos; Para buscar escalabilidade; Para modernizar a infraestrutura de hardware. Como esses serviços em nuvem são normalmente escolhidos para servir um propósito distinto, as decisões são impulsionadas, em grande parte, sem a participação de arquitetos corporativos. Por exemplo, aplicações de software como serviço (SaaS) são muitas vezes adquiridas por um departamento ou linha de negócio particular. Da mesma forma, soluções de infraestrutura como serviço (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS) podem ser adquiridas por um grupo de dese...